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Brasil

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Sou Psicólogo corporal, Acupunturista Somático e Facilitador de grupos. Nesse site você vai saber mais sobre meu trabalho, percurso profissional, as técnicas que utilizo em meus atendimentos e vários textos informativos dentro da área de saúde, bem estar e arte.

Viver uma relação madura

Relacionar-se

Viver uma relação madura

Bruno Cuiabano

segurança, auto-confiança e flexibilidade.

Relacionamentos são uma maneira de nos sentirmos amados e de compartilharmos uma parte de nossa vida com quem nos apoia e nos nutre. Queremos nos sentir seguros ali: sentir que podemos relaxar na segurança do amor da outra pessoa.

Podendo buscar segurança muitas das vezes controlando nosso parceiro, seja limitando o acesso de nosso parceiro a outras pessoas ou restringindo o campo de ação de nosso parceiro com outros para construir nosso sentido de segurança contra sermos substituídos.

Podemos assim ser atraídos pela sensação de que, se conseguimos que o nosso parceiro faça o que queremos, nos sentiremos seguros. Por outro lado, se somos bastante compassivos, queremos ajudar nossos parceiros a se sentirem seguros. Então podemos acabar aceitando suas restrições, na esperança de que isso ocorra.

viver uma relação madura

A segurança pautada na ação de outra pessoa é frágil e facilmente se perde.

  • É impossível fazer com que outra pessoa se sinta segura. Podemos prover um ambiente compassivo e de apoio fornecendo reforço, escuta, agindo de maneira pensada/refletida, mas essas ações não pode ser tomadas como certamente suficientes. Trabalho interno é fundamental para um sentimento de segurança e confiança.

  • É praticamente impossível construir uma relação de qualquer tipo onde não haja segurança.

  • A insegurança inventa sua própria evidência e sustenta/reforça suas próprias premissas. Nenhum tempo e esforço é suficiente para fazer com que uma pessoa insegura se dê conta de que a insegurança é sem fundamento. Ela deve, intencionalmente e deliberadamente desafiar, entender e depois escolher superar sua insegurança.

  • Escolher passar por tudo isso é um trabalho assustador e muito desconfortante. Encarar nossos demônios internos cara-a-cara não é nada fácil.

  • A última sensação de segurança vem mais por sabermos que um parceiro é livre para ir, mas escolhe ficar, do que de sua permanência por obrigação.

É importante construir relacionamentos de forma que as pessoas em relação possam se sentir seguras, pertencendo e possam ter algumas expectativas básicas nas quais podem se apoiar. Mas é essencial que elas também possam se organizar segundo suas escolhas e liberdade. Estes não são objetivos mutualmente excludentes.