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Sou Psicólogo corporal, Acupunturista Somático e Facilitador de grupos. Nesse site você vai saber mais sobre meu trabalho, percurso profissional, as técnicas que utilizo em meus atendimentos e vários textos informativos dentro da área de saúde, bem estar e arte.

A perspectiva do outro

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A perspectiva do outro

Bruno Cuiabano

Compaixão não significa deixar os outros passarem por cima de nós. Isso se chama falta de contornos e parâmetros em uma relação. A real compaixão requer fortes fronteiras, limites, contornos porque se estamos deixando alguém se aproveitar, Assim dica muito difícil mostrar vulnerabilidade autêntica para essas pessoas.

O pilar da compaixão é emocionalmente difícil de atingir/conquistar. Tem por princípio, assumir antes de qualquer coisa, a boa intenção dos outros e buscar a melhor das interpretações para as razões mais profundas de alguém agir como age.

Quando alguém fez algo que nos machuca, ou falharam por não fazer o que queremos que faça é muito fácil supor que a pessoa não se importa e desconsidera nossos sentimentos.

É preciso tentar ver a razão para o comportamento do outro, a partir da perspectiva do outro e não da sua.

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Praticamos a compaixão toda vez que conseguimos ser gentis com os outros que nos desagradaram, decepcionaram, frustraram ao invés de reagirmos com raiva. E é fundamental fazemos o mesmo conosco quando nos frustramos.

Isso é difícil quando você está sentindo ciúmes ou insegurança, ou tendo problemas com a administração da sua raiva, ou quando não conseguimos comunicar claramente as nossas necessidades. Seja compassivo consigo mesmo e se aceite, assim como é preciso fazer o mesmo com o outro.