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Rio de Janeiro, RJ,
Brazil

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Sou Psicólogo corporal, Acupunturista Somático e Facilitador de grupos. Nesse site você vai saber mais sobre meu trabalho, percurso profissional, as técnicas que utilizo em meus atendimentos e vários textos informativos dentro da área de saúde, bem estar e arte.

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Clínica da Composição

Procuramos produzir novas formações subjetivas. Desconstrução de sentidos e sensações. Linhas e fluxos ininterruptos e intensivos que se colocam abertos a infindáveis reinvenções, reativando a vida em sua potência criadora. Tudo se transforma em matéria-prima de um processo de criação, a própria existência.

“Qualquer ponto de um rizoma pode ser conectado a qualquer outro e deve sê-lo. É muito diferente da árvore ou da raiz que fixam um ponto, uma ordem”. (DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil Platôs, v.1. op.cit., 2004, p.14)

"É impossível exterminar as formigas, porque elas formam um rizoma animal do qual a maior parte pode ser destruída sem que ele deixe de se reconstruir. Todo rizoma compreende linhas de segmentaridade segundo as quais ele é estratificado, territorializado, organizado, significado, atribuído, etc; mas compreende também linhas de desterritorialização pelas quais ele foge sem parar.” (DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil Platôs, v.1. op.cit., 2004, p.17).

Aliando esses recursos e ferramentas vamos delineando uma clínica da composição e da improvisação através da desconstrução da concepção cotidiana do corpo em devir. O devir transmuta o corpo das coisas. São corpos que se movem em intensa relação com o seu fora, com o animal, a criança, a mulher, o anômalo (o que é desigual ou irregular de um corpo. Conforme Deleuze e Guattari, a palavra “anômalo” tinha uma origem muito diferente de ‘anormal. Qualifica aquilo que não tem ou contradiz a regra)

Um devir não se estanca, ele sempre flui sempre sendo original e novo, nunca se fixa e se endurece, dinamiza a realidade em sua constante transformação. Estabilidade sempre passageira e provisória.

Os devires não formam uma identidade, eles dissolvem os processos de personificação e de representação de algo. Sempre levam a um evento de estranheza e de potencia criadora. Podemos dizer que são processos de individuação impessoal, ou modos de subjetivação produzidos num momento único compondo “durações” muito diferentes, todas comunicantes e coexistentes.